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27/10/2006 14:55:02 - Professora da USP fala no WOC 2006 sobre outros potenciais da carne de avestruz
 
Docente da USP confirma potencial da carne de avestruz , fala mais sobre o tema Segurança do Alimento e das facilidades e vantagens que naturalmente já contribuem para a exportação do produto em diferentes países.
Por: Ass. de Imprensa AEPE - direto do WOC 2006, em São Paulo - WTC Hotel

A dra. Elisabeth Nascimento, primeira palestrante do período da tarde  no WOC 2006, começou suas referências usando um dos temas e focos de trabalho mais importantes para a Estrutiocultura na atualidade: medidas, normas e programas recomendados para garantir a segurança do alimento e exportar em breve, a carne de avestruz. Isso porque a professora também ressaltou que a exportação da carne de avestruz está mais perto, assegurada e facilitada do que por muitos outros produtos de origem animal. Enfatizou que nos últimos meses e semanas, durante pesquisa e planejamento que fez para conhecer melhor o setor, não encontrou absolutamente nada na carne de avestruz,  que fosse nocivo e reelevante à saúde humana, mesmo em se tratando de contaminção química, mais comum a outros tipos de carne. 
Para ela, as normas e programas que garantam a Segurança do Alimento com relação a carne vermelha da ave devem ficar voltadas, especialmente aos cuidados durante processamento e armazenamento deste produto. Isso porque segundo a doutura apenas nestes dois processos pode haver riscos de contaminação química da carne de avestruz, que poucos riscos de contaminação oferece quando comparado a outros processos de produção/criação junto de outros produtos de origem animal, como outros tipos de carne vermelha. 

Mais facilidades aos criadores de avestruz e privilégio do consumidor
Ela recomendou aos criadores de avestruz,  cuidados especiais nestes dois ítens, principalmente para quem deseja comercializar a carne ou fazer parte de alguma etapa deste processo.  "Estou falando em riscos,  porque somente através deles, podemos falar e pensar em segurança. Riscos é exatamente o oposto de segurança, devemos sempre perguntar e analisar primeiramente que tipo de riscos aquele alimento pode oferecer", explicou ela.

Citou a organização CODEX Alimentares como a  entidade de maior importância no que rege e legisla o trânsito livre de alimentos para diferentes países garantindo qualidade, controle de contaminantes e segurança durante processo de indústria e comércio dos produtos. " O avestruz só poderá ser contaminado por exemplo em casos mais extremos, como pela ração, água suja ou falta de higiene necessária no local de criação, que poderá estar impróprio ou inadequado. Nâo tem por exemplo riscos de contaminação química pela ingestão de anabolizantes, como no caso do boi", explicou ela.

Disse ainda que existem níveis máximos de tolerância de resíduos que o organismo humano pode ou deve seguir junto ao consumo acumulado diário de alimentos. Explicou ainda à platéia de mais de 200 congressistas presentes como isso acontece e se dá, falou de quem executa e das entidades que fiscalizam e ainda, dos padrões para os números permitidos, que é a forma conhecida para se saber e controlar o consumo de um determinado produto e em quanto ele pode ser consumido. Mas, voltou a afirmar que neste e em outros sentidos também reelevantes, o avestruz enquanto criação e carne oferecida são privilegiados, deixando o criador menos preocupado e o consumidor bem mais aliviado.



  Fonte: Portal de Notícias AEPE - www.aepe.com.br

 

 

 
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